Arthur Luiz Piza
São Paulo, SP, 1928 – vive e trabalha em Paris, França
Na década de 1940, estudou pintura e afresco com Antonio Gomide. Os estudos de gravura se deram com Johnny Friedlaender, em Paris, a partir de 1953. Dedicou-se logo depois à aquarela e à colagem. Realizou mostras individuais no Brasil e em vários outros países (Japão, Equador, França, Alemanha, Suíça, Suécia, Iugoslávia, Itália, Espanha, Dinamarca e Estados Unidos).
Participou das Bienais de São Paulo (1951 a 1963), de Paris (1961 e 1963) e de Veneza (1966); da Documenta de Kassel (1959); da exposição “Cinquante ans de collage” no Museu de Arte de St. Etienne e no Museu de Arte Decorativa de Paris (1964); da exposição “Art Vivant” na Fundação Maeght (1968); das Bienais de Cracóvia (1964 a 1974); da Exposição Internacional de Gravura de Liubliana (1957 a 1981); da exposição “Itinéraires Blancs” do Museu de Arte de St. Etienne; da exposição “Graphik der Welt” de Nuremberg (1971); das Bienais de Gravura da Noruega (1972 a 2000); da Bienal de Havana (1984 e 1986); das Trienais de Grenchen (1958 a 1985); das Bienais de San Juan (1970 a 2001); da exposição “Peintres et Graveurs Français” em Paris (1982 a 2002); do Salão “Realités Nouvelles” em Paris (1960 a 1974); do Salão “Jeune Gravure Contemporaine” (1964 a 2002); do Salão de Maio de Paris (1964 a 2000); da Biennale Internazionale di Grafica de Vico (1990); da “Exposition Européenne de Création” (1986); do “Panorama da l’Ecole Française Contemporaine” em Tel Aviv (1987); da Bienal de Niort “Homenagem a Piza” (1989); da 5ª Bienal de Estampa Contemporânea na França (1991); da Latein Americanisher Kunst (1990) na Alemanha; da exposição “Art d’Amérique Latine, de 1911 a 1968”, no Centre Georges Pompidou, em Paris (1992), da Trienal das Américas, em Grenoble, França (1993), e de exposição no Sakaide City Museum of Art, Kagawa, Japão (1997). Participou ainda das exposições da Manufatura de Sèvres no Palácio do Congresso de Marselha (1974), no Museu Amos Andersons de Helsinsque (1974), no Hermitage, em São Petersburgo (1976), no Nationalmuseum de Estocolmo (1982) e no Kunstindustmuseet de Oslo (1982). Raquel Arnaud representa Arthur Luiz Piza desde 1973.
OBRAS - TRAJETÓRIA
OBRAS NO ACERVO

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Chasse, 1956, água tinta, 42,7 x 42,8 cm -
Sem título, 1958, aquarela recortada e cera sobre papel, 17 x 11 cm -
Carnaval ou Cosmogonie, 1959, gravura em metal, 59,6 x 46,5 cm -
Sem título, 1963, relevo sobre tela, 35 x 27 cm -
Sem título, 1963, pintura e relevo em papel sobre madeira, 30 x 23 cm -
n. 111, 1963, pintura, 34 x 23 cm -
Tatu, 1971, gravura em metal, 69 x 50,4 cm, Museu de Arte Moderna de São Paulo -
Rectangle en Desordre, 1977, gravura metal, 105 x 75 cm -
C 1, 1982, relevo em metal sobre sisal, 102 x 82 cm -
D 2, 1983, relevo em metal sobre sisal, 80 x 100 cm -
Dunes, 1984, cobre pintado , 76 x 110 cm -
G 151, 1980-1990, incisão e pintura em papel, 30 x 28 cm -
Avenir certain, 1994, gravura em metal, 28,5 x 26 cm -
Le losange bleu, 1996, gravura em metal, 27 x 22 cm -
Sem título, 1998, aquarela e colagem sobre papel, 24,5 x 21,5 cm -
Sem título, 1998, aquarela e colagem sobre papel, 24,5 x 21,5 cm -
Sem Título - Série Trama, 2004, arame galvanizado e zinco pintado de acrílica, 60 x 46 x 15 cm -
Sem Título - Série Trama, 2004, arame galvanizado e zinco pintado de acrílica , 110 x 100 cm -
Galeria Raquel Arnaud, 2008, São Paulo, Brasil -
Galeria Raquel Arnaud, 2008, São Paulo, Brasil


