Obras disponíveis
jesús rafael soto_ tes y color_ 1990
jesús rafael soto_ multiple s_ 1993/2018
jesús rafael soto_album para chile_1976
jesús rafael soto_composition_1974
jesús rafael soto_paralelas vibrantes_1979
jesús rafael soto_mur polychrome cfdt_1988
jesús rafael soto_blanc et citron_1994
Biografia
ciudad bolívar, venezuela, 1923 – paris, frança, 2005
Jesús Rafael Soto (Ciudad Bolívar, Venezuela, 1923 – Paris, França, 2005) foi um dos principais expoentes da arte cinética. Após frequentar a Escuela de Artes Plásticas em Caracas (1942 a 1947), dirigiu a Escuela de Artes Bellas de Maracaibo na Venezuela, até 1950, quando recebeu uma bolsa para estudar em Paris. Na capital francesa, Soto se associou a nomes como Yaacov Agam, Jean Tinguely e Victor Vasarely, além de outros artistas ligados ao Nouveau Réalistes, assim como à Galeria Denise René – onde o artista participou da histórica exposição Le mouvement (1955), considerada o epicentro do movimento artístico definido por uma arte que se move ou aparenta se mover.
Em seus primeiros trabalhos, Soto já buscava ir além da representação de formas geométricas bidimensionais e introduzir o movimento por meio da repetição. Em 1957, o artista havia mudado para uma abstração mais gestual, mas em 1965 havia retornado definitivamente a um idioma geométrico. Durante a mesma década, ele começou a fazer construções cinéticas lineares usando materiais industriais e sintéticos, como nylon, perspex, aço e tinta industrial. Em 1967, ele produz seu primeiro Penetrável, uma instalação imersiva composta de fios de náilon suspensos no espaço que convidava o público a entrar e caminhar, ativando a obra.
Ao longo de sua carreira, Soto alcançou significativo reconhecimento internacional, participando de importantes exposições, como a Bienal de Veneza (1958, 1964 e 1966) e a Documenta (1968). As primeiras grandes exposições individuais de Jesús Rafael Soto aconteceram em 1968, na Kunsthalle de Berna, e em 1969, no Stedelijk Museum, em Amsterdã. Antes disso, em 1965, o artista já havia apresentado uma exposição individual na Signals Gallery, em Londres.
Nas décadas seguintes, apresentou seu trabalho em instituições de destaque, como o Museu de Arte Contemporânea de Chicago (1971), o Museu Solomon R. Guggenheim, em Nova York (1974), o Museu Nacional de Arte Moderna do Centre Georges Pompidou, em Paris (1979), e o Museo de Arte Contemporáneo de Caracas (1983).







